Advogado pede R$ 12 bilhões ao STF com acusações sem comprovação contra autoridades e empresários

Um advogado protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma ação em que pede R$ 12 bilhões por danos materiais e morais, alegando ser vítima de uma suposta organização criminosa internacional. Na petição, ele faz acusações sem comprovação envolvendo clonagem de DNA, manipulação genética, controle mental e tentativas de homicídio.

O documento, com 59 páginas, cita diversas autoridades e personalidades, entre elas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Jair Bolsonaro e o papa Leão XIV. Em um aditamento ao processo, o autor também pediu a inclusão de novos réus, como o Estado da Bahia, os empresários Mark Zuckerberg, Eduardo Saverin e Bill Gates, além de artistas, atletas e empresários.

Na ação, o advogado afirma que a suposta organização atuaria em escala internacional e utilizaria tecnologias envolvendo satélites e robôs para cometer crimes como alterações genéticas, perseguições, violência sexual, desaparecimento de pessoas, lavagem de dinheiro e desvio de patrimônio. Ele também sustenta, sem apresentar provas, que integrantes do grupo estariam infiltrados na Polícia Federal, no Ministério Público e no Poder Judiciário.

Entre as alegações, a petição menciona ainda uma suposta tecnologia capaz de “voltar no tempo” para modificar acontecimentos, ocultar crimes e alterar provas.

O autor solicita que a Polícia Federal e as polícias civis dos estados investiguem os fatos narrados, além da quebra de sigilos telefônicos das pessoas citadas, concessão de medidas protetivas e comunicação ao FBI, a polícia federal dos Estados Unidos.

Além da indenização bilionária, a ação pede que a União adote medidas relacionadas às tecnologias mencionadas no processo, incluindo a criminalização da clonagem de DNA, a proibição de alterações genéticas e a regulamentação da manipulação de material genético.

O advogado também requer pagamentos mensais e percentuais sobre o faturamento de empresas ligadas aos citados, como Meta, Microsoft, Ambev, Cyrela, Gerdau e Friboi, além de pensões mensais entre R$ 2 mil e R$ 35 mil. O caso será analisado pelo STF.

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